Arquivo para fevereiro 4, 10
Roda e avisa
fevereiro 4, 10
Além do “Agoniza mas não morre” e do “Maria Farinha”, acabo de aderir ao bloco “Por que Tony Blair?”. Paulo Coelho, Zuenir Ventura e Cora Rónai são componentes fundadores e quanto mais força para o trombone, o repique e a (re)percussão, melhor. Podem chegar.
Cora em “O Globo”, hoje: “Não faltam à política brasileira exemplos de ideias de jerico, mas trazer Tony Blair como consultor para as Olimpíadas está, com certeza, entre as campeãs. Será que não há um único brasileiro com a necessária competência? Será que temos de ir buscar, em libras esterlinas, um político universalmente desacreditado? Ou será mesmo a velha mentalidade colonizada vindo à tona?”.
Complicada, a coisa. Brasileiro competente até há. Honesto (diante da baba que vai rolar) é que é o duplo twist carpado. Político desacreditado, estamos em casa. E a velha mentalidade colonizada, essa nunca deixou de boiar. Mas… por que Tony Blair, for God’s sake?
Diz Cabral, o descobridor dos sete mares, que Tony é sujeito guerreiro – como se o mundo e o Iraque não soubessem disso – e que vai fazer um precinho camarada. Se for nos moldes do desconto que a Dassault está dando para os caças…
Vale uma praguinha? Tomara que Tony exija no pacote, para a festa de abertura, a Susan Boyle cantando Cidade Maravilhosa, à capela, Lady Camilla Parker Bowles segurando a tocha e Amy Winehouse hasteando a bandeira olímpica. Delicinha.




