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Confesso que bati
setembro 11, 09

… a carteira do padre com R$ 1 mil de sua modesta pensão: “Desculpe assaltar a igreja, mas não tive como evitar”. (assaltante da Igreja de Sant’Ana, Rio de Janeiro). O padre Egídio Doldi, que ouviu o pedido, respondeu “Amém”. Assim seja? O bandido foi. A cem metros da delegacia.
… com o carro, propositalmente, a 3oo km/h, para facilitar a vitória do companheiro de escuderia: “Fui convidado a bater. Estava em estado mental e emocional muito frágil”. (piloto da Fórmula-1 Nelsinho Piquet, Monza). Lembrando que Nelson-pai já havia aprontado também, perdendo a carteira por excesso de velocidade nas ruas, invente-se um sensor que detecte Piquets a qualquer raio de distância.
… o recorde de escândalos sexuais para fazer jus à preferência nacional: “Os italianos se reconhecem em mim. Tenho os mesmos sentimentos e interesses que eles. Gosto de futebol, amo a vida e o divertimento, amo os outros, e, entre os outros, amo sobretudo as mulheres bonitas, como todo italiano que se preze”. (primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi, Roma). Segundo os jornais, o empresário que organizava os eventos queria se aproximar do premier para ajudar amigos a fechar contratos com o governo. Pra cá de conhecido esse enredo.
Diante de tal mondo cane… também confesso. Bati um suco de siriguela com gengibre e, quietinha na rede da varanda, ergui um brinde à família, aos amigos e a Itacoatiara ensolarada, verdadeiros escudos para tempos surreais.

