Feliz Natal, amigos!
dezembro 20, 08
Queridos do blog, encontrei nesta foto com o Noel de minha infância, a
mais genuína alegria para lhes desejar um NATAL abençoado, pleno de
harmonia, partilha e sonhos, muitos sonhos.
COM AFETO,
Selma
dezembro 23, 08
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Para início de conversa, receba-o com pompa e circunstância. Fogos, luzes, brilhos à sua chegada. Adora.
Nada comente sobre o passado dele, crises econômicas, a fama de prometer mais do que pode cumprir, de ser dado a altos e baixos… Releve em nome da conquista.
Convide-o para dançar, sintonize na mesma vibração e, mirando en sus ojos, diga que ele será o melhor de quantos você já teve.
Conte-lhe sobre suas preferências, sobre o quanto você ama ser surpreendida e que é, definitivamente, movida a sonhos e à energia de pensamentos positivos.
Demonstre saber que decepções fazem parte, mas que você não desiste fácil. Ao contrário, deixe claro que dentre suas melhores manias estão acreditar e viver, não a valsa lenta das horas, mas o ritmo sôfrego de quem se quer plena e verdadeira, afinal.
Se conta a torcida do blog, o novo Ano já está no papo, você o conquistou. Já é.
Agora é esperar a luz da primeira manhã e olhar firmemente para o horizonte. Porque lá, envoltos em laços verdes (no tom exato da esperança, repare), 365 presentes esperam por você.
Lembre-se, apenas, de abrir um a cada novo dia e de brindar, agradecida, aos grandes e pequenos milagres que contarão sua história.
ÀS MINHAS AMIGAS, TODAS MERECEDORAS DE UM BELÍSSIMO 2009!
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dezembro 20, 08
Queridos do blog, encontrei nesta foto com o Noel de minha infância, a
mais genuína alegria para lhes desejar um NATAL abençoado, pleno de
harmonia, partilha e sonhos, muitos sonhos.
COM AFETO,
Selma
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dezembro 9, 08
Crise econômica mundial e local, intempéries, violência, degradação social, mazelas a atormentar corpo e alma?
Pára tudo. Encontrei o antídoto. Sabor trégua. Ainda que por uma horinha e tal.
Queridos, refiro-me a Roberto Carlos e Caetano Veloso cantando Tom Jobim, num tributo aos 50 anos da bossa nova.
OK. Tom é supergravado. Mas por Roberto e Caetano juntos… é covardia.
Sabem brisa entrando pela janela, brigadeiro na panela, banho de cachoeira, cochilo na rede, gargalhada gostosa, massagem de lavanda e beijos, muitos beijos? Isso.
Poemas e melodias que jamais teremos sequer parecidos. Nunca mais um Tom. Seres de luz assim nasce um por século. E olhe lá.
Não exagero se disser que o CD em questão vale por três sessões de análise e algumas tarjas pretas.
Esse post está parecendo propaganda? E é. Adoro partilhar emoções. É impossível ser feliz sozinho…
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dezembro 2, 08
Carta de um aprendiz de alfaiate à sua namorada, publicada na coluna MANUAL DO NAMORADO, num jornal carioca, em 1869:
“Minha fazenda,
Passei hoje o dia sem dar um ponto com saudades tuas, o coração trespassado pelas agulhas de tua indifferença, a alma cosida de amarguras, a cabeça como uma almofada de alfinetes, os pensamentos sem fio, tudo isso por motivo do pouco caso que hontem me mostraste!
Casemira de minha alma, as tuas faces são macias como a seda de forro ou como o astrakan das golas que eu pesponto; teus cabellos são como novellos de retroz preto! Teus olhos reluzem como botões de onix! Tua cinturinha não mede 25 pontos! Teus pés são como dous ferros de engommar que abrazam meu coração! Teus dedos como canudinhos de retroz côr de rosa! Teu talhe é digno de uma casaca de panno fino, forrada a seda.
Ah! minha Casemira, não desprezes o teu amante, não lhe córtes as esperanças que tem de que um dia serás dele!
Se isso intentas, faze antes do meu coração bainha e atravessa-o com a agulha da ingratidão.
Já me sinto afogar nas mangas da tua maldade, sepultar-me nas abas de tua indifferença, o coração d’antes entumecido com os enchimentos das esperanças faz rugas dolorosas que nem o ferro mais quente póde tirar.
Volta, Casemira, a olhar para mim, verás como tratarei de fazer casas em que habitaremos juntos, constantes, amantes e delirantes.
Deste teu adorador que alinhavou estas ás pressas.”
Eleutherio (”Olhar Carioca”)
Inspirado na carta de Eleutherio, o técnico em informática Cyberdel Silva, também sofrendo por amor, assim pediu a amada de volta em imenso outdoor:
Java, minha deusa, por que vc me deletou de sua vida? Desde que aquele maldito vírus nos separou, meu sistema caiu, o disco rígido travou. Sem backup de nossos arquivos, estou perdendo o Ctrl. Vamos dar um Esc na situação e restartar nossa união. Quero ser seu provedor para sempre!
Cyberdel
Com a retórica desses dois, será que Casemira e Java voltaram? Sei não…
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